quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Just get the world of your shoulder

- It is gonna be ok. I know it is.
- And how do you know that?
- Well, I just do. It has to... you know? Because we are invincible.



Eu não sei escrever. Não saberia nem se fosse dia para tal. Vasculha os arquivos aí; minhas várias "frenes" são confusas demais pra criar sentenças gramaticais, inteligíveis e coesas.

Mas há coisas que eu sei. Porque eu sei, e pronto. Shh, it's my turn. Eu sei o que é querer "ficar velhinha olhando pra cara dele". E eu sei que isso é raro demais pra que uma bigorna da ACME desabe sobre e destrua. Eu sei, também, que os seus filhos (sim, você vai ter filhos, e vai ser uma das melhores coisas da sua vida) vão dizer pros filhos deles como a vovó e o vovô pareciam ter saído de um filme baseado num best seller do Nicholas Sparks. Que nunca deixaram de se reconhecer. Que sempre que podiam dançavam na sala de casa, agarradinhos, lembrando de um "baile" qualquer.

E eu vou ser alguém que conheceu esses dois. Probably my bigger achievement. Mas pela maldição do não saber escrever não vou poder contar essa história. Mas it's ok, porque são vocês que vão escrevê-la, vivendo-a. Capítulo à capítulo, sem ponta de Iago.

Você vai viver sua história em linha reta, em helvetica. Sem as voltas que o tempo e a fixedsys acabam impondo em quem, ao contrário de ti, não têm esse coração ridiculamente enorme, onde o blue bird acabou ficando tão confortável que... you know, we whip.

Eu nunca garanti nada com tanta certeza. Talvez eu tenha um post it na parede. Talvez eu tenha uma lagosta. Talvez eu tenha a gravata certa. Talvez, talvez, talvez. Talvez eu tenha o "doce".

Mas contigo não tem talvez. Contigo tem as mãos entrelaçadas, the smooth jazz, a certeza. When you know, you know. We really are invincible; YOU really are invincible.