terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Me visita?













CORRAM PRA LÁÁÁ!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Inclusão Digital

- Mãe, de quanto é a sua internet?
- Ah, eu pago vinte nove real.

domingo, 1 de novembro de 2009

Como arde, sô!

E a gente vai cantar o mais alto que der
Ninguém vai poder nos convencer
De mãos dadas e de pé, até o mais longe que der

E enquanto eles tentam nos derrubar, nos ofender
Nada pode nos deter
A gente sabe que vai arder

domingo, 25 de outubro de 2009

Limpando a poeira e recolhendo as teias de aranha.

É sempre o extremo que nos inspira.
O ser humano só produz, em geral, ou quando está MUITO triste ou quando está MUITO feliz.

Eu ainda acho que a tristeza dá origem às coisas mais belas. Ideia que a gente adota no segundo ano do ensino médio, quando o professor de literatura começa a te apresentar Álvares de Azevedo e outras meia dúzias de pessoas que passaram um século inteiro choramingando. Eu tenho um pouco disso: me inspiro MUITO quando estou chateada, pêdavida, triste, vazia.

Hoje eu estava lembrando do meu aniversário de dezenove anos. Eu estava em Ibitipoca com um grupo de amigos, tínhamos andado uma dia INTEIRO pra chegar numa cachoeira e quando finalmente chegamos, começou a chover HORRORES. Enquanto todo mundo procurava um lugar pra se esconder, eu - sem perceber - abri os braços e continuei andando devagar, rosto erguido. Isso foi num momento da minha vida em que eu estava começando a conhecer o mundo através de outros olhos; eu estava num lugar lindo, acumulando experiências maravilhosas, conhecendo pessoas e lugares novos... e daí a chuva, munha gente? Quando os pingos de chuva batiam na água cor de coca-cola da cachoeira dos macacos, era uma imagem linda, linda. Perdeu quem estava ocupado demais tentando fugir do carinho céu. Carinho, porque quando a chuva batia em mim, que estava sentindo uma sensação indescritível de liberdade e cresimento, eu sentia como se estivesse sendo acariciada.

Sei lá por que alguém se irritou e gritou: "Porra, Anna, pára com a cena, abaixa esses braços".

E foi aí que eu decidi selecionar mais quem eu vou deixar entrar (e ficar) na minha vida, na minha história. Eu quero pessoas que me deixem abrir os braços na chuva. Porque taí Gene Kelly que não me deixa mentir: A chuva é vida em pequenas doses. Eu quero pessoas que não se importem se alguém escreveu com catchup num bolo de chocolate. Eu quero pessoas que tolerem.

Eu não sei porque você foi dormir amiga e acordou amarga, mas eu não preciso disso. Estava precisando retirar as teias de aranha daqui e ao reler seu e-mail pela décima vez - e finalmente acreditando que eu finalmente não me importo com o que foi dito - me inspirei e o fiz. O extremo, eu disse. Peça que salvem um pedaço sem catchup pra você.

E... have a good life.



PS: Vou mudar de domínio em breve, estou esperando o layout novo ficar pronto. Muitos textos saídos do forno pra quando o blog renascer. :)

quarta-feira, 24 de junho de 2009

"Eu nem me lembro mais..."

terça-feira, 16 de junho de 2009

All I ever wanted, all I ever needed is here in my arms..

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Beto e Raquel,

QUEBREM TUDO. (PS: Parabéns.)

domingo, 31 de maio de 2009

"Memória"

Mari, tem milhões de ombros aqui, ok? Sempre.

Desde que a Naty foi embora, eu nunca mais consegui racionalizar "a vida". Não que eu conseguisse antes, mas eu fingia muito bem. É só mesmo em momentos como esse que a gente (pensa que) entende certas coisas; como a necessidade humana de acreditar em um poder superior ou num "depois"...

De qualquer forma, as coisas que servem na teoria pra nos confortar mal são suficientes quando vemos o quanto a vida é frágil, e escorrega pelos dedos. Dizem que Deus tem uma razão pra tudo. Tem horas em que é difícil acreditar. Ou entender. Às vezes eu acho que esse tal de Deus é na verdade muito egoísta. Ele sempre leva os melhores pro lado dele.

Hoje recebi uma notícia péssima. Meu coração foi partido ao meio.
Sei lá o que eu tô falando. Não tem o que falar.

"i hope that you're ok
i hope your resting quietly
i just wanted to say... goodnight."

Lívia, muito mais do que linda, ficará. Pra sempre.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Criatividade

A minha me abandonou.
Me dói um tantão deixar o blog assim, ás moscas, mas não tenho mesmo muito assunto.

:~

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Corton-Charlemagne

No meu mundo perfeito eu e você fugiríamos e passaríamos quarenta e duas horas e vinte e oito minutos trancados num quarto não muito apertado, com as paredes pintadas de azul clarinho e estrelas que brilham no escuro coladas no teto. Nós ouviríamos pink floyd, comeríamos pizza com as mãos e conversáriamos sobre o tempo. Isso tudo bebendo vinho, sem parar. Você diria que o vinho me faz falar mais que o normal (como se isso fosse possível) e eu diria que você, com os cabelos pro lado fica ainda mais linda (como se isso fosse possível).

Mas você não gosta de vinho.

Vou ter que discordar do Mike Patton.

Não, porque... sério! QUANDO que uma manhã de domingo é "fácil"? NUNCA.

Você vai pra balada no sábado, se acaaaaaaba de dançar, de rir, de beber, estoura o cartão de crédito e só vai ver domingo depois de uma da tarde, cara. E se ficar em casa também vai ficar lamentando tanto não ter ido pra naite que só vai dormir depois das 3 da manhã. De novo: domingo só depois de ONEPM.

Pro povo dos vinteepoucosanos, manhã de domingo NON EQXISTE. Fácil é sexta-feira à noite. Sábado o dia inteiro. A primeira semana do mês de janeiro. Manhã de domingo?! NUNCA.

A música devia ser "I'm eeeeeasy (ÁÁÁH ÁÁÁH ÁÁÁH ÁÁÁH) easy like friday niiiiiight" ♫






→ Típico caso de nãoháoquepostarium cronicus. Mas olha, FAITH NO MORE: eu recomendo!